29/11/2008
12/11/2008
A propósito da Crise (e do botox)
Não era bem mais fácil aumentar os salários para o poder de compra ser compatível com os preços que nos são apresentados no mercado e apartir daí lucrar (ainda que a longo prazo)?
Eu apenas vejo investimentos, inovações, computadores XPTO, e um Governo que quer entrar para a história tirando o Estado do défice em que está "entalado" no entanto, está a "entalar" cada vez mais a população portuguesa e a criar o maior fosso alguma vez já visto entre ricos e pobres.
Aumentar os salários para fazer face a crise é só a sugestão de um mero jovem de 19 anos...
Outra coisa que me intriga é o Rio de Janeiro estar a financiar botox a pessoas carenciadas com o objectivo de estudantes desta área treinarem os tratamentos. "Programa existe desde 1988 e permite aos estudantes de Medicina estética treinarem uma série de tratamentos" fontes jornal "Global"
É caricato, podiam-se oferecer casas, comida, roupa ou outra coisa útil, mas, por incrivel que pareça, oferecem-se tratamentos de beleza...Culturas diferentes! Há que respeitar...
(Já agora, e se a coisa dá para o torto? Se é mal aplicada? O Estado paga uma indeminização? Ou fica por ali?)
Eu apenas vejo investimentos, inovações, computadores XPTO, e um Governo que quer entrar para a história tirando o Estado do défice em que está "entalado" no entanto, está a "entalar" cada vez mais a população portuguesa e a criar o maior fosso alguma vez já visto entre ricos e pobres.
Aumentar os salários para fazer face a crise é só a sugestão de um mero jovem de 19 anos...
Outra coisa que me intriga é o Rio de Janeiro estar a financiar botox a pessoas carenciadas com o objectivo de estudantes desta área treinarem os tratamentos. "Programa existe desde 1988 e permite aos estudantes de Medicina estética treinarem uma série de tratamentos" fontes jornal "Global"
É caricato, podiam-se oferecer casas, comida, roupa ou outra coisa útil, mas, por incrivel que pareça, oferecem-se tratamentos de beleza...Culturas diferentes! Há que respeitar...
(Já agora, e se a coisa dá para o torto? Se é mal aplicada? O Estado paga uma indeminização? Ou fica por ali?)
11/11/2008
Doi-me a cabeça!
E doi não porque não pensa,
mas porque pensa que não quer pensar.
São pensamentos que correm na cabeça,
todos eles em conflito...surge a doença...
São pensamentos confusos e põem-me a cabeça a praguejar....
Mas a confusão é fácil de suportar,
porque é confuso quando não quero pensar,
chuto a bola para longe, para bem longe, mas devagar...
E todo o tempo em que o tempo passa
todo o pensar que não é pensado, ou que
a gente pensa que não pensa
faz com que o tempo vença e nada
mas mesmo nada faça o pensamento voltar!
Porém, todo o pensamento tem o seu tempo e nele
se integra, mas quando o tempo passado
se torna superior àquele que é trabalhado
todo o esforço (ou quase nenhum) faz de mim um ser angustiado...
Agora o pensamento foi passado
para vós que o leis com ar intrigado
pensais que o tempo que gastaste foi em vão
mas não foi, foi apenas o ouvir o vento abafado
enquanto o tempo bate à porta em sermão...
E doi não porque não pensa,
mas porque pensa que não quer pensar.
São pensamentos que correm na cabeça,
todos eles em conflito...surge a doença...
São pensamentos confusos e põem-me a cabeça a praguejar....
Mas a confusão é fácil de suportar,
porque é confuso quando não quero pensar,
chuto a bola para longe, para bem longe, mas devagar...
E todo o tempo em que o tempo passa
todo o pensar que não é pensado, ou que
a gente pensa que não pensa
faz com que o tempo vença e nada
mas mesmo nada faça o pensamento voltar!
Porém, todo o pensamento tem o seu tempo e nele
se integra, mas quando o tempo passado
se torna superior àquele que é trabalhado
todo o esforço (ou quase nenhum) faz de mim um ser angustiado...
Agora o pensamento foi passado
para vós que o leis com ar intrigado
pensais que o tempo que gastaste foi em vão
mas não foi, foi apenas o ouvir o vento abafado
enquanto o tempo bate à porta em sermão...
06/11/2008
02/11/2008
01/11/2008
"o nosso amor morreu... e quem o matou fui eu" L.M.
Ficou, além, o nosso amor...perdido...
por falta de força, talvez...Tragédia!
Não suporta nada, nem coisa média,
e este coração não aguenta, vivido...
"Todo o pouco é nada
e todo o nada é pouco"
e vivo eu entalado, louco
entre a parede e a espada
Morro em casa, morro só
com medo que o mar me resfrie os pés
Levado pelo vento, o frágil pó
que sabe bem, sabe, quem tu és...
Ficou, além, o nosso amor...perdido...
por falta de força, talvez...Tragédia!
Não suporta nada, nem coisa média,
e este coração não aguenta, vivido...
"Todo o pouco é nada
e todo o nada é pouco"
e vivo eu entalado, louco
entre a parede e a espada
Morro em casa, morro só
com medo que o mar me resfrie os pés
Levado pelo vento, o frágil pó
que sabe bem, sabe, quem tu és...
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