28/07/2009
Paredes de Coura
E pronto, assim me despeço por 4 dias. Quatro longos dias de festival onde acabarei por vêr esta banda que me tem fascinado nos últimos tempos. Aqui fica uma música que gostaria de tocar Xelminha e Crilin...
24/07/2009
23/07/2009
De hoje a dois dias...
de hoje a dois dias será o fim. o fim de tudo o que de cor e luz é feito. de hoje a dois dias terei cravos nos olhos e na boca e não verei, não vou querer ver e a minha boca fechar-se-á...
de hoje a dois dias...
o meu desejo é que acabe o mundo HOJE já que o amanhã já não é meu, mas eu espero.
de hoje a dois dias...
de hoje a dois dias, o dia não acaba...
de hoje a dois dias...
o meu desejo é que acabe o mundo HOJE já que o amanhã já não é meu, mas eu espero.
de hoje a dois dias...
de hoje a dois dias, o dia não acaba...
22/07/2009
Pára!
Desliga essa música, rasga a fita, queima tudo o resta dela, delas, de todas elas...
O amor? Perguntas-me onde está o amor? Tu sabes onde está o amor, e não é aqui de certeza!
Vai-te embora! (e foi mesmo).
Agora sente o peito húmido...São as lágrimas a dirigirem-se para as janelas da alma...a perda foi grande...Ela foi...
E ele jaz, todo o dia na pedra onde um dia celebrou a vida e agora quer morrer. Diz que não quer sair dali, que o local tem mais memórias que 1000 elefantes juntos, que o amor que lá residiu deixou escaras na pedra, que ele tenta corrigir a todo o custo...mas em vão...ele sabe que ela partiu...já não reside na pedra, ou naquela pedra. Mudou de pedra e não vale a pena polir mais a pedra...já está gasta.
Desliga essa música, rasga a fita, queima tudo o resta dela, delas, de todas elas...
O amor? Perguntas-me onde está o amor? Tu sabes onde está o amor, e não é aqui de certeza!
Vai-te embora! (e foi mesmo).
Agora sente o peito húmido...São as lágrimas a dirigirem-se para as janelas da alma...a perda foi grande...Ela foi...
E ele jaz, todo o dia na pedra onde um dia celebrou a vida e agora quer morrer. Diz que não quer sair dali, que o local tem mais memórias que 1000 elefantes juntos, que o amor que lá residiu deixou escaras na pedra, que ele tenta corrigir a todo o custo...mas em vão...ele sabe que ela partiu...já não reside na pedra, ou naquela pedra. Mudou de pedra e não vale a pena polir mais a pedra...já está gasta.
21/07/2009
Parabéns
É dificil escrever para ti
e mesmo sobre ti, já que sou poeta
que não escreve quando ama...
A tristeza é a fonte de todas as
minhas palavras e tu, tu não me
fazes verter qualquer lágrima que seja.
O amor faz-nos, fez-nos, um
Somos um. Vivemos como unha e carne
e não há mar que nos separe, minha mãe.
Toda a tua vida viveste para mim
e eu, poeta egoísta que não escreve
quando ama, apenas vivo há
20 anos para ti, minha mãe.
Mas 20 parece tão pouco, tão pouco
para todo o amor que me proporcionas,
por tudo o que fazes ou tentas fazer
Não chores, minha mãe, que o
tempo que passa é apenas um número,
tal como os 20 que passaram.
E de que importa um número
quando a nossa vida transporta,
de longe, muito mais
que um simples número?
E para terminar, de que importam
este versos, quando tudo o que
tenho para te dizer não caberia
num número exacto de folhas?
Nada importa mais do que Nós, minha mãe.
NADA.
e mesmo sobre ti, já que sou poeta
que não escreve quando ama...
A tristeza é a fonte de todas as
minhas palavras e tu, tu não me
fazes verter qualquer lágrima que seja.
O amor faz-nos, fez-nos, um
Somos um. Vivemos como unha e carne
e não há mar que nos separe, minha mãe.
Toda a tua vida viveste para mim
e eu, poeta egoísta que não escreve
quando ama, apenas vivo há
20 anos para ti, minha mãe.
Mas 20 parece tão pouco, tão pouco
para todo o amor que me proporcionas,
por tudo o que fazes ou tentas fazer
Não chores, minha mãe, que o
tempo que passa é apenas um número,
tal como os 20 que passaram.
E de que importa um número
quando a nossa vida transporta,
de longe, muito mais
que um simples número?
E para terminar, de que importam
este versos, quando tudo o que
tenho para te dizer não caberia
num número exacto de folhas?
Nada importa mais do que Nós, minha mãe.
NADA.
20/07/2009
Cartas de amor - amor suicida
Elisabete,
amo-te tanto e tu amas-me tão nada que para não morrer de amor, que dói mais do que triturar a mão a sangue frio, já que a mão tem 10cm e o amor tem 10.000km, decidi morrer para a vida.
Chamei a morte a minha casa mas fiquei tão assustado que nem me levantei quando abri as três batucadas na porta.
Logo chamei o abade para me matar socialmente, mudo de nome, dispo-me da vida de cidadão e passo a viver com Deus Nosso Senhor...mas também não creio em Deus...Oh que carago, o que vou fazer então para parar com este sofrimento?
Já tentei o psicólogo, o psiquiatra e mesmo a Bruxa mas nada, só consigo a cada palavra de amor que digo, sentir-te, minha Elisabetezinha, mais longe, mais distante...até parece que te ouço o eco, meu amor.
Perante a minha incapacidade de morrer,(sim, as pessoas não podem ser boas em tudo) decidi que vou deixar de viver...
Ora azar o meu porque a minha vida és tu, meu amor, e eu não sei estar sem ti, já passou muito tempo desde o nosso primeiro carinho e, como tal, não sei deixar de viver, de viver-te, digamos...
Portanto o meu lugar é algures entre a vida e a morte, onde as almas penam por não terem escolha...
Um beijo de saudade,
Américo Brás de Sousa
amo-te tanto e tu amas-me tão nada que para não morrer de amor, que dói mais do que triturar a mão a sangue frio, já que a mão tem 10cm e o amor tem 10.000km, decidi morrer para a vida.
Chamei a morte a minha casa mas fiquei tão assustado que nem me levantei quando abri as três batucadas na porta.
Logo chamei o abade para me matar socialmente, mudo de nome, dispo-me da vida de cidadão e passo a viver com Deus Nosso Senhor...mas também não creio em Deus...Oh que carago, o que vou fazer então para parar com este sofrimento?
Já tentei o psicólogo, o psiquiatra e mesmo a Bruxa mas nada, só consigo a cada palavra de amor que digo, sentir-te, minha Elisabetezinha, mais longe, mais distante...até parece que te ouço o eco, meu amor.
Perante a minha incapacidade de morrer,(sim, as pessoas não podem ser boas em tudo) decidi que vou deixar de viver...
Ora azar o meu porque a minha vida és tu, meu amor, e eu não sei estar sem ti, já passou muito tempo desde o nosso primeiro carinho e, como tal, não sei deixar de viver, de viver-te, digamos...
Portanto o meu lugar é algures entre a vida e a morte, onde as almas penam por não terem escolha...
Um beijo de saudade,
Américo Brás de Sousa
Hoje vou cantar baixinho para não te acordar. Já desliguei o despertador e já te aconcheguei os lençóis como sempre te fiz. Hoje nem te puxo para o meu colo com medo que acordes...
Dorme sobre ti, dorme, sonha, vibra...que eu não te acordo.
Acorda por ti e não te esqueças de lavar bem os olhos antes do pequeno almoço meu amor porque a luz matinal ofusca qualquer um...
Eu lá estarei, como sempre, à tua espera, para o café da manhã...
Dorme sobre ti, dorme, sonha, vibra...que eu não te acordo.
Acorda por ti e não te esqueças de lavar bem os olhos antes do pequeno almoço meu amor porque a luz matinal ofusca qualquer um...
Eu lá estarei, como sempre, à tua espera, para o café da manhã...
19/07/2009
Presente, Simulação, Medo, Morte
Já que estais tão longe e tão certa na vossa incerteza
porque me tomais como alguém que vos assombra?
Eu não meto medo, nem a uma mosca, pois tenho lições
dos antepassados, bem aprendidas. E apreendidas.
A minha certeza não está com os Deuses,
mas sim, em Nós, que fazemos cada dia mais dia.
Mas a menina não é capaz de dizer o que sente?
Parece que não. Ainda mal.
Pois bem, não me retiro. Não, mil vezes não.
Não arreio pé, pois por detrás deste velho e mísero corpo
habita uma alma sã, rejuvesnecida e capaz.
Sabe de quê? Pois não lhe digo.
Está para aí a dizer-me que não rimo?
Pois bem, só rimo quando me apetece
e não é na rima que está o melhor do pão.
É necessário escavacar-se bem as entranhas para retirar todo o miolo deixando apenas a carcaça, velha e podre.
Parece que me excedi no último verso, pois também não percebo de métrica, nem de contas, nem de distâncias, nem de nada.
E de amor? Oh como percebo de amor...
Não! Não percebo nada...nada de nada...
Mas o que é certo é que talvez quisesse amar...
De que é feita a vida sem amor?
Só lhe peço, menina, dá-me a honra desta última dança?
porque me tomais como alguém que vos assombra?
Eu não meto medo, nem a uma mosca, pois tenho lições
dos antepassados, bem aprendidas. E apreendidas.
A minha certeza não está com os Deuses,
mas sim, em Nós, que fazemos cada dia mais dia.
Mas a menina não é capaz de dizer o que sente?
Parece que não. Ainda mal.
Pois bem, não me retiro. Não, mil vezes não.
Não arreio pé, pois por detrás deste velho e mísero corpo
habita uma alma sã, rejuvesnecida e capaz.
Sabe de quê? Pois não lhe digo.
Está para aí a dizer-me que não rimo?
Pois bem, só rimo quando me apetece
e não é na rima que está o melhor do pão.
É necessário escavacar-se bem as entranhas para retirar todo o miolo deixando apenas a carcaça, velha e podre.
Parece que me excedi no último verso, pois também não percebo de métrica, nem de contas, nem de distâncias, nem de nada.
E de amor? Oh como percebo de amor...
Não! Não percebo nada...nada de nada...
Mas o que é certo é que talvez quisesse amar...
De que é feita a vida sem amor?
Só lhe peço, menina, dá-me a honra desta última dança?
18/07/2009
Nada tem de ser dito. Não vale a pena gastar latim e saliva, pois só e apenas deixará a boca seca, não é?
E se fosse só a boca que secasse...antes fosse, ou talvez não, pois nem a boca deve ficar seca, nem de se gastar saliva em vão nem mesmo de angústia...
Mas as minhas palavras não chegam aos Deuses, pois são meras palavras, e nem os Deuses falam latim...Diz-se por aí que é língua morta. E o que é uma língua morta senão uma língua que já secou? Secou talvez de já ninguém a ouvir ou talvez mesmo por angústia do receptor não a querer ouvir. Mas isto são só devaneios duma pobre alma que por cá vagueia...
De nada valem aos Deuses nem a ninguém.
Mas o que é certo é que eu quero e diz-se (também) por aí, que quem quer pode mas onde está o poder? Eu quero, eu mostro que quero, eu digo que quero, eu faço tudo por querer mas não posso. Ou não me deixam falar latim ou não ouvem latim ou então não o percebem. É coisa complicada a língua, tanto no beijo como na fala, e se está seca, então nada a fazer pois torna-se áspera no grande momento da cumplicidade ou então não mexe e não activa as cordas vocais que tantas mensagens do fundo tem que transmitir.
Mas o que importa isso agora aos Deuses?
Sou apenas um louco a tentar falar latim, língua morta, seca, extinta há muito tempo. Há tempo suficiente para apenas um louco como eu a tentar falar.
E se fosse só a boca que secasse...antes fosse, ou talvez não, pois nem a boca deve ficar seca, nem de se gastar saliva em vão nem mesmo de angústia...
Mas as minhas palavras não chegam aos Deuses, pois são meras palavras, e nem os Deuses falam latim...Diz-se por aí que é língua morta. E o que é uma língua morta senão uma língua que já secou? Secou talvez de já ninguém a ouvir ou talvez mesmo por angústia do receptor não a querer ouvir. Mas isto são só devaneios duma pobre alma que por cá vagueia...
De nada valem aos Deuses nem a ninguém.
Mas o que é certo é que eu quero e diz-se (também) por aí, que quem quer pode mas onde está o poder? Eu quero, eu mostro que quero, eu digo que quero, eu faço tudo por querer mas não posso. Ou não me deixam falar latim ou não ouvem latim ou então não o percebem. É coisa complicada a língua, tanto no beijo como na fala, e se está seca, então nada a fazer pois torna-se áspera no grande momento da cumplicidade ou então não mexe e não activa as cordas vocais que tantas mensagens do fundo tem que transmitir.
Mas o que importa isso agora aos Deuses?
Sou apenas um louco a tentar falar latim, língua morta, seca, extinta há muito tempo. Há tempo suficiente para apenas um louco como eu a tentar falar.
(Re)Vejo-nos em vós
Revejo-nos em cada palavra, em cada citação
Revejo-nos em vós, pelo que canta baixinho, por essa paixão
Revejo-nos em vós, pela sorte que vem após o azar
Revejo-nos em vós, pela oportunidade que surge quando acalma o mar
E chego à conclusão que está na hora de te deixar partir
Deixar-te ir à descoberta de novas paragens, novos mundos, novas ideias
Deixar-te desencostar da pedra roxa que outrora foi nossa
Tens mais pontos onde pousar junto à margem do que foi nosso rio
Ele está ali, à tua espera, há já algum tempo
E tu, no fundo, sabes que o teu lugar já não pertence aqui
É ali o teu lugar...
Não me digas mais que sim, vai lá, vai
que agora eu já não sei rimar
Vai para a outra pedra pintada de outra cor
que agora é a tua cor
A nossa já desvaneceu, está riscada e sofreu com a erosão
Houve tempestades, grandes tempestades
que a gastaram e lhe tiraram a vida
Sim, porque as pedras também vivem e dizem-nos muita coisa
parece que também já não sei escrever em quadra, não sei rimar, não sssei eeescrreever e plos vstos tamb+em nao sei aamar, segundo o que me dizes......por isso te deixo ir, está na hora de te deixar ir, voa para a pedra que te espera que ele está do outro lado, tal como nós um dia estivemos, de costas para o outro mas sempre de mãos dadas...
Revejo-nos em vós, pelo que canta baixinho, por essa paixão
Revejo-nos em vós, pela sorte que vem após o azar
Revejo-nos em vós, pela oportunidade que surge quando acalma o mar
E chego à conclusão que está na hora de te deixar partir
Deixar-te ir à descoberta de novas paragens, novos mundos, novas ideias
Deixar-te desencostar da pedra roxa que outrora foi nossa
Tens mais pontos onde pousar junto à margem do que foi nosso rio
Ele está ali, à tua espera, há já algum tempo
E tu, no fundo, sabes que o teu lugar já não pertence aqui
É ali o teu lugar...
Não me digas mais que sim, vai lá, vai
que agora eu já não sei rimar
Vai para a outra pedra pintada de outra cor
que agora é a tua cor
A nossa já desvaneceu, está riscada e sofreu com a erosão
Houve tempestades, grandes tempestades
que a gastaram e lhe tiraram a vida
Sim, porque as pedras também vivem e dizem-nos muita coisa
parece que também já não sei escrever em quadra, não sei rimar, não sssei eeescrreever e plos vstos tamb+em nao sei aamar, segundo o que me dizes......por isso te deixo ir, está na hora de te deixar ir, voa para a pedra que te espera que ele está do outro lado, tal como nós um dia estivemos, de costas para o outro mas sempre de mãos dadas...
15/07/2009
14/07/2009
20
São 20 e mais um dia, igual a tantos outros, onde eu vejo que vos falto.
Não falto agora, nem nunca faltarei mas farei falta e isso doi e doerá, e doeu.
O passado já não ha e já não é, e o presente foge a sete pés embora o futuro salte e puxe o passado ao de cima, e o presente, consecutivamente, pois.
Falta-me a força para vos gritar, vos fazer valer, vos esculpir de novo. Eu sou Homem, nem meio-Deus eles me fizeram, e esculpir-vos é o trabalho deles... A minha obra é pictórica, quiçá, alegórico-surrealista, utópica talvez seja o melhor termo.
Bem, o tempo vai-se, esgota-se e não é consumido, e com ele vão as obras pictóricas, quiçá, alegórico-surrealistas, utópicas talvez seja o melhor termo e nada nem ninguém as apanha, consome ou repara que alguma vez elas foram vivas.
uma boa noite a todos,
Fábio Ferreira
Não falto agora, nem nunca faltarei mas farei falta e isso doi e doerá, e doeu.
O passado já não ha e já não é, e o presente foge a sete pés embora o futuro salte e puxe o passado ao de cima, e o presente, consecutivamente, pois.
Falta-me a força para vos gritar, vos fazer valer, vos esculpir de novo. Eu sou Homem, nem meio-Deus eles me fizeram, e esculpir-vos é o trabalho deles... A minha obra é pictórica, quiçá, alegórico-surrealista, utópica talvez seja o melhor termo.
Bem, o tempo vai-se, esgota-se e não é consumido, e com ele vão as obras pictóricas, quiçá, alegórico-surrealistas, utópicas talvez seja o melhor termo e nada nem ninguém as apanha, consome ou repara que alguma vez elas foram vivas.
uma boa noite a todos,
Fábio Ferreira
12/07/2009
10/07/2009
Às indivíduas do sexo feminino!
Lamento informar a quem tinha um certo apreço, ou mesmo um carinho mesmo muito especial (um fervor vindo de entre as pernas, diga-mos), que Gael Garcia Bernal também é cantor e...
CANTA MÚSICA POP feia!
obrigado.
P.S. - cobro 2€ à hora para retirar os posters e as marcas de cola das paredes..
09/07/2009
03/07/2009
CocoRosie
CocoRosie, um projecto musical americano formado na França pelas irmãs Sierra Rose Casady e Bianca Leilani Casady.
Os sons calmos, entram tão suavemente nos nossos ouvidos, quase como se pedissem licença para entrar transmitindo um bem-estar e uma paz interior inigualável.
E os instrumentos variam desde guitarras até a um simples kazoo ou mesmo um brinquedo sonoro de criança.
Talvez uma das melhores experiências que (ou)vi até hoje (e já conheço há bastante tempo).
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